Blumenstyk, Goldie. SOME ELITE PRIVATE UNIVERSITIES GET SERIOUS ABOUT DISTANCE LEARNING [ALGUMAS UNIVERSIDADES PARTICULARES DE ELITE EST¡¦ LEVANDO O APRENDIZADO ?DIST¡¦CIA A S¡¦IO] (The Chronicle of Higher Education, vol. 43, no. 41, June 20, 1997, pp. A23-A24)Algumas universidades estaduais e faculdades da comunidade h?muito ministram cursos pela televis¡¦, e recentemente come¡¦ram a faz?lo pela Internet. Esses cursos, geralmente, se destinam a levar a educação ¡¦ regi¡¦s nas quais as oportunidades s¡¦ limitadas, e oferecem cursos que permitem a obtenção de um certificado associado, a um t¡¦ulo de bacharel, ou de mestre. O autor diz que instituições particulares de elite est¡¦ fazendo experi¡¦cias com o aprendizado ?dist¡¦cia para oferecer programas de t¡¦ulos mais especializados, cursos de escolas para a formação de profissionais, e cursos que possam ser comercializados no mercado internacional.
Boettcher, Judith; Cartwright, G. Phillip. DESIGNING AND SUPPORTING COURSES ON THE WEB [CRIANDO E DANDO APOIO A CURSOS NA WEB](Change, vol. 29, no. 5, September/October 1997, pp. 10, 62-63)
Um novo paradigma de ensino e aprendizado, provavelmente baseado na World Wide Web, estar?no ¡¦ago da universidade da Era da Informação. Os professores dever¡¦ receber os equipamentos apropriados, al¡¦ de assist¡¦cia no uso da tecnologia para criar e desenvolver materiais e a interação instrucional que ocorrer?nesse novo ambiente. Com o apoio apropriado, a transição ser?poss¡¦el; sem ele, os autores avisam, programas educacionais menos eficazes ser¡¦ desenvolvidos, e os alunos e professores ficar¡¦ decepcionados com os resultados.
Bracey, Gerald W. WHAT HAPPENED TO AMERICA'S PUBLIC SCHOOLS? [O QUE ACONTECEU COM AS ESCOLAS P¡¦LICAS DOS ESTADOS UNIDOS] (American Heritage, vol. 48, no. 7, November 1997, pp. 38-52)A resposta a essa pequena pergunta, diz o autor, ?uma not¡¦ia muito melhor do que muitos esperam. Bracey argumenta que "duas qualidades comuns aos reformadores educacionais desde a Segunda Guerra Mundial s¡¦ nostalgia e amn¡¦ia", e essas qualidades s¡¦ prejudiciais a uma an¡¦ise objetiva da situação da educação americana. O ¡¦dice de conclus¡¦ do curso secund¡¦io nos Estados Unidos s?excedeu 50 por cento ap¡¦ a metade do s¡¦ulo; hoje esse ¡¦dice ?83 por cento. Ap¡¦ a Segunda Guerra Mundial, peritos em educação afirmavam que "no m¡¦imo 20 por cento dos jovens americanos poderiam lidar com um curr¡¦ulo universit¡¦io; atualmente 62 por cento de todos os formandos na escola secund¡¦ia entram para a universidade no in¡¦io do ano letivo seguinte." Atualmente, a maior parte das estat¡¦ticas educacionais continua a mostrar o que Charles Silberman (autor de um incisivo relat¡¦io intitulado "Crisis in the Classroom" [Crise na Sala de Aula], em 1970) descobriu 25 anos atr¡¦. A situação atual est?melhor do que a de antigamente. De nove tend¡¦cias principais em leitura, matem¡¦ica e ci¡¦cias, sete est¡¦ apresentando recordes hist¡¦icos, informa Bracey.
Coye, Dale. ERNEST BOYER AND THE NEW AMERICAN COLLEGE: CONNECTING THE "DISCONNECTS" [ERNEST BOYER E A NOVA FACULDADE AMERICANA: ELIMINANDO OS PONTOS DE DESLIGAMENTO] (Change, vol. 29, no. 3, May/June, 1997, pp. 20-29)O consultor da ¡¦ea de educação Dale Coyle examina v¡¦ias recomendações feitas pelo falecido educador americano e ex-reitor da State University of New York [Universidade Estadual de Nova York], Ernest Boyer. Tais recomendações incluem esclarecimento do curr¡¦ulo, ligar a experi¡¦cia da sala de aula com o mundo exterior, e criar uma comunidade, no campus, que una as escolas para a formação de profissionais e os v¡¦ios departamentos, em um ambiente acad¡¦ico integrado. Coye observa que algumas das recomendações de Boyer, especialmente aquelas que incluem servi¡¦s reais prestados ¡¦ pessoas que moram em uma instituição acad¡¦ica e perto dela, j?est¡¦ sendo implementadas no pa¡¦ inteiro. Coye espera que a noção de Boyer de uma faculdade americana "ligada" seja promovida em todo o pa¡¦.
Edmundson, Mark. Shorris, Earl. ON THE USES OF A LIBERAL EDUCATION [SOBRE AS UTILIDADES DE UMA EDUCAÇÃO LIBERAL] (Harpers, vol. 295, no. 1768, September 1997, pp. 39-59).
Esses dois artigos analisam duas opini¡¦s do estado e a utilidade de uma "educação liberal" cl¡¦sica.
Em "As Lite Entertainment for Bored College Students," [Como Divers¡¦ Leve Para Estudantes Universit¡¦ios Entediados] Mark Edmundson, um professor de ci¡¦cias humanas na University of Virginia [Universidade de Virginia], uma universidade p¡¦lica de elite, diz que a universidade entrou no neg¡¦io de atrair alunos que foram criados em uma cultura de consumo. Ele argumenta que ao tentar atrair alunos, as universidades est¡¦ mais preocupadas com a qualidade de suas instalações para a pr¡¦ica de esportes, o valor para fins de entretenimento dos seus cursos de ci¡¦cias humanas, e a popularidade de seus professores do que com a subst¡¦cia dos seus cursos. O principal motivo, diz Edmundson, pelo qual os alunos continuam a fazer cursos de ci¡¦cias humanas (que n¡¦ s¡¦ considerados cursos que possuem valor de mercado quando os alunos se formam) ?que os professores da ¡¦ea de ci¡¦cias humanas s¡¦ mais generosos com as notas para poder manter os alunos nas suas turmas.
No segundo artigo, "As a Weapon in the Hands of the Restless Poor," (Como uma Arma nas M¡¦s dos Pobres Ansiosos) Earl Shorris, autor de livros e colaborador da revista Harpers, discute a sua experi¡¦cia em atrair professores de primeira linha para dar aulas em um tipo de mini-faculdade de ci¡¦cias humanas que ele criou para os alunos muito pobres. Historicamente, "Se a vida pol¡¦ica foi a sa¡¦a da pobreza", diz o autor, "as ci¡¦cias humanas proporcionaram uma porta para a reflex¡¦ e para a vida pol¡¦ica." Shorris fundou sua mini-faculdade com 20 alunos, 16 dos quais se formaram. Um ano ap¡¦ a formatura, 10 estavam freq¡¦ntando faculdades que ofereciam cursos de quatro anos, ou ingressando em uma escola de enfermagem, e 4 dos 10 tinham recebido bolsas de estudo integrais para o Bard College, uma escola particular de prest¡¦io.
Epper, Rhonda Martin. COORDINATION AND COMPETITION IN POSTSECONDARY DISTANCE EDUCATION [COORDENAÇÃO E CONCORR¡¦CIA NA EDUCAÇÃO P¡¦-SECUND¡¦IA ?DIST¡¦CIA] (The Journal of Higher Education, vol. 68, no. 5, September/October 1997, pp. 551-587)Este estudo comparativo de casos de Minnesota, Maine e Colorado trata das pol¡¦icas estaduais que regem a educação p¡¦-secund¡¦ia ?dist¡¦cia. Ele revela novas relações entre as pol¡¦icas estaduais, programas institucionais de educação ?dist¡¦cia, e for¡¦s competitivas externas. Em cada estado, a educação ?dist¡¦cia expandiu o mercado de educação p¡¦-secund¡¦ia, elevou a conscientização dos l¡¦eres no que se refere ?concorr¡¦cia externa, e mudou os princ¡¦ios regulamentares tradicionais da coordenação em ¡¦bito estadual.
Lazerson, Marvin. WHO OWNS HIGHER EDUCATION: THE CHANGING FACE OF GOVERNANCE [QUEM S¡¦ OS DONOS DO ENSINO DE N¡¦EL SUPERIOR: A FACE MUTANTE DA ADMINISTRAÇÃO] (Change, vol. 29. no. 2, March/April, 1997, pp. 10-15)Lazerson, professor "Carruth Family" na University of Pennsylvania (Universidade de Pensilv¡¦ia), na Graduate School of Education (Escola de P¡¦ Graduação em Educação) (e ex-reitor da Escola de P¡¦-Graduação em Educação) analisa as tend¡¦cias recentes na administração das instituições de ensino de terceiro grau nos Estados Unidos. Ele acha que os conselhos e diretorias est¡¦ tendo um papel muito mais vis¡¦el na administração das universidades, e que os administradores tradicionais das universidades (presidentes e reitores) freq¡¦ntemente se v¡¦ em uma situação de conflito com conselhos agressivos no que se refere a decis¡¦s sobre or¡¦mentos e sobre a direção da instituição em geral. De qualquer forma, Lazerson acredita que conselhos interessados e bem informados podem trabalhar com administradores das escolas para promover a integridade educacional de uma universidade, e a fricção inerente pode ser criativa.
Oppenheimer, Ted. THE COMPUTER DELUSION [O ENGANO DO COMPUTADOR] (The Atlantic Monthly, vol. 280, no. 1, July 1, 1997, pp. 45-63)Embora n¡¦ haja evid¡¦cia convincente de que a capacidade de aprender, especialmente nos n¡¦eis iniciais, pode melhorar com o uso do computador, escolas em todo o territ¡¦io dos Estados Unidos est¡¦ cortando atividades como arte, m¡¦ica, ensino profissionalizante, e excurs¡¦s com objetivos pedag¡¦icos, para comprar computadores. Oppenheimer - um rep¡¦ter investigativo que j?recebeu pr¡¦ios por seu trabalho -- diz que isso pode ser prejudicial para o pa¡¦ e para as suas crian¡¦s e adolescentes.
Orfield, Gary; e outros. DEEPENING SEGREGATION IN AMERICAN PUBLIC SCHOOLS: A SPECIAL REPORT FROM THE HARVARD PROJECT ON SCHOOL DESEGREGATION [O AUMENTO DA SEGREGAÇÃO NAS ESCOLAS P¡¦LICAS AMERICANAS: UM RELAT¡¦IO ESPECIAL DO PROJETO DE HARVARD SOBRE A DE-SEGREGAÇÃO NAS ESCOLAS] (Equity & Excellence in Education, vol. 30, no. 2, September 1997, pp. 5-24)Os autores exploram as mudan¡¦s demogr¡¦icas na população dos alunos das escolas prim¡¦ias e secund¡¦ias nos Estados Unidos, e a correlação dessas mudan¡¦s com as tend¡¦cias de segregação e re-segregação nas escolas americanas. De acordo com o artigo, durante a d¡¦ada de oitenta o n¡¦el de de-segregação, de fato, aumentou, mas decis¡¦s do Supremo Tribunal de 1991 a 1995 t¡¦ dado aos tribunais inferiores a autoridade para aprovar a re-segregação em grande escala, e isso j?est?come¡¦ndo a acontecer. Este estudo, bem documentado, apresenta uma imagem bastante sombria das mudan¡¦s demogr¡¦icas e da resist¡¦cia legal ?de-segregação, que t¡¦ resultado em uma diminuição, em geral, da população de alunos que freq¡¦ntam escolas de-segregadas. Como as escolas segregadas tamb¡¦ tendem a ser as mais pobres, as conseqüências para a igualdade na educação nos Estados Unidos provavelmente ser¡¦ profundas at?quando se pode prever.
Perley, James E. FACULTY AND GOVERNING BOARDS: BUILDING BRIDGES [EQUIPES DE PROFESSORES E CONSELHOS DE ADMINISTRAÇÃO: FACILITANDO A COMUNICAÇÃO] (Academe, vol 83, no. 5, September-October 1997)James E. Perley, professor de biologia no College of Wooster [Faculdade de Wooster] e presidente da American Association of University Professors [Sociedade Americana de Professores Universit¡¦ios], argumenta que os membros dos conselhos das faculdades e universidades e as equipes de professores devem manter e estabelecer novos canais de comunicação, para que seja poss¡¦el manter contato de maneira mais eficaz e freq¡¦nte. Ele diz que os professores "t¡¦ presenciado incurs¡¦s significativas dos conselheiros em ¡¦eas que s¡¦, basicamente, de responsabilidade das equipes de professores -- o curr¡¦ulo, os padr¡¦s para o trabalho dos alunos, e o recrutamento e a retenção dos membros da equipes de professores..."
. . . . "As equipes de professores t¡¦ ficado alarmadas ao ver a importação generalizada no mundo acad¡¦ico, de normas estabelecidas no mundo do qual muitos membros dos conselhos e diretorias vieram originalmente -- o mundo da comunidade de neg¡¦ios."
Schrag, Peter. THE NEAR-MYTH OF OUR FAILING SCHOOLS [O QUASE-MITO DAS NOSSAS ESCOLAS FRACASSADAS] (The Atlantic Monthly, vol. 280, no. 4, October 1997, pp. 72-80)O autor explora uma s¡¦ie de dados e v¡¦ios estudos sobre a qualidade da educação nos Estados Unidos atualmente. Ele conclui que a situação ?muito melhor do que os pol¡¦icos americanos dizem que ? e que eles e o p¡¦lico americano precisam compreender melhor as complexidades antes de tentar mudar at?mesmo as ¡¦eas que requerem mudan¡¦s.
Skinner, David. COMPUTERS: GOOD FOR EDUCATION? [COMPUTADORES: BONS PARA A EDUCAÇÃO?] (The Public Interest, no. 128, Summer 1997, pp. 98-109)O autor argumenta que cabe ?ind¡¦tria da computação provar que a educação ?melhorada pelos computadores, em vez de colocar o ¡¦us da prova na educação americana. Skinner argumenta que n¡¦ existe tal prova e que a f?dos Estados Unidos em computadores para ajudar os alunos a aprender melhor pode muito bem estar mal direcionada.
Willie, Charles V. CAN EQUITY AND EXCELLENCE COEXIST? [A IGUALDADE E A EXCEL¡¦CIA PODEM COEXISTIR?] (Education Week, vol. 18, no. 5, October 1, 1997, pp. 56, 36)O coment¡¦io de Charles V. Willie d?in¡¦io a uma s¡¦ie de ensaios -- publicados no decorrer de um ano - em EDUCATION WEEK, com o objetivo de "localizar o papel espec¡¦ico das escolas ao afetar, para o bem ou para o mal, a harmonia racial e ¡¦nica da nação". De acordo com Willie, "Com refer¡¦cia ?educação, nossa sociedade ficou obcecada com a excel¡¦cia e deixou se cultivar, no mesmo n¡¦el, a igualdade, que ?o seu complemento". Ele relaciona, especificamente, a necessidade da igualdade ?campanha para a de-segregação nas escolas dos Estados Unidos, que fez muito no sentido de atender ¡¦ necessidades dos alunos pertencentes ¡¦ minorias. Ele advoga enfaticamente a continuidade na tentativa de se atingir ambos os objetivos nas escolas dos Estados Unidos.
Young, Jeffrey R. RETHINKING THE ROLE OF THE PROFESSOR IN AN AGE OF HIGH-TECH TOOLS [REPENSANDO O PAPEL DO PROFESSOR EM UMA ERA DE FERRAMENTAS DE ALTA TECNOLOGIA] (The Chronicle of Higher Education, vol. 44, no. 6, October 3, 1997, pp. A26-A28)Novas tecnologias podem assumir muitas tarefas que atualmente definem as funções dos professores universit¡¦ios, segundo o autor. Ele diz que apesar do fato de que alguns esperam que as ferramentas de alta tecnologia tornar¡¦ o ensino mais inteligente, outros se preocupam; eles pensam que a qualidade da educação cairia se os professores fossem substitu¡¦os por software de multim¡¦ia e aulas gravadas. H?experi¡¦cias em andamento em muitas dessas ¡¦eas, mas o modelo padr¡¦ de aula nunca ser?eliminado inteiramente.
Sociedade e Valores dos
EUA
Revista Eletr¡¦ica da USIA, Vol. 2, N?4,
Dezembro de 1997