PORQUE OS FAZENDEIROS DOS ESTADOS UNIDOS EST¡¦ ADOTANDO
PRODUTOS AGR¡¦OLAS GENETICAMENTE MODIFICADOS

Janet Carpenter, pesquisadora-assistente, e Leonard Gianessi,
pesquisador-assistente s¡¦ior
do Centro Nacional de Pol¡¦ica Agr¡¦ola e de Alimentos
[National Center for Food and Agricultural Policy]

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    Os produtos agr¡¦olas geneticamente modificados que incorporam as inovações oferecidas pela biotecnologia agr¡¦ola proporcionam, aos fazendeiros que os produzem, melhores resultados, custos mais baixos e maior facilidade na administração dos seus empreendimentos, segundo uma pesquisa recentemente realizada por Janet Carpenter e Leonard Gianessi. "A compreens¡¦ desses benef¡¦ios ?essencial para que se possa avaliar o impacto que a introdução dessa tecnologia teve sobre a agricultura dos Estados Unidos," dizem os autores. De qualquer maneira, o futuro, em termos de benef¡¦ios para os fazendeiros, continua incerto.


    Os fazendeiros americanos adotaram rapidamente os produtos agr¡¦olas geneticamente modificados assim que eles foram introduzidos no mercado, nos ¡¦timos anos. Os benef¡¦ios para os produtores rurais s¡¦ melhor rendimento, custos mais baixos e manejo mais f¡¦il. Um impacto adicional desses tipos de produtos ?o potencial para a redução do uso de pesticidas.

    Embora a ¡¦ea em que esses novos tipos de produtos s¡¦ cultivados tenha aumentado, aumentou tamb¡¦ a conscientização do p¡¦lico, e a oposição ao uso, cada vez mais predominante, desses produtos agr¡¦olas no fornecimento de alimentos, tanto nos Estados Unidos quanto no exterior. Os produtos que se destinam ?Europa e ao Jap¡¦ devem apresentar, nas suas embalagens, informações referentes ?sua condição de produtos geneticamente modificados, se este for o caso. Devido ?essa exig¡¦cia, as empresas americanas de processamento de alimentos, como a Archer Daniels Midland, est¡¦ pedido aos produtores rurais que separem os seus produtos geneticamente modificados dos tipos convencionais. Os custos adicionais da segregação de produtos, no caso dos produtos geneticamente modificados, podem causar uma queda nos lucros em potencial, e no futuro, pode ser que os produtores resolvam n¡¦ cultivar os tipos geneticamente modificados.

    Os tr¡¦ principais produtos agr¡¦olas cujas variedades geneticamente modificadas v¡¦ sendo cultivadas nos Estados Unidos s¡¦ o milho, o algod¡¦ e a soja. Um tipo de batata, que se encontra dispon¡¦el h?pouco tempo, tamb¡¦ tem sido plantado em ¡¦eas limitadas. Na tabela que acompanha este artigo voc?poder?ver as proporções em que os produtores est¡¦ optando por esses produtos. Cada um deles proporciona uma s¡¦ie - exclusiva - de benef¡¦ios aos produtores rurais que os escolheram, dependendo das quest¡¦s associadas ao controle de pragas em cada caso e da possibilidade de existirem outras opções de controle de pragas agr¡¦olas, que sejam eficazes e cujos pre¡¦s sejam acess¡¦eis. Este artigo apresenta os benef¡¦ios dos produtos agr¡¦olas geneticamente modificados examinando tr¡¦ dos casos nos quais a tecnologia foi introduzida: soja Roundup Ready, milho Bt e algod¡¦ Bt.

¡¦eas nos Estados Unidos, em acres, onde foram cultivados tipos
de produtos geneticamente modificados, 19981

Produto

Acres (milh¡¦s)2

Porcentagem do Total ¡¦ea

Milho Bt

14.4

18

Algod¡¦ Bt

2.3

17

Batata Bt

0.05

4

Soja Roundup Ready

19

26

Milho Roundup Ready

1

1

Milho Liberty Link

6

7.5

Algod¡¦ Roundup Ready

2.8

21

Algod¡¦ BXN

0.7

5

      1. A ¡¦ea nacional em acres, de plantação de produtos geneticamente modificados
      ser?inferior ?soma da ¡¦ea de cada produto, devido ?adoção de variedades
      "escalonadas" com mais de um tipo.

      2. Um acre ?igual a 0,4 hectares.


    Soja Roundup Ready

    Os tipos de soja Roundup Ready foram introduzidos em 1996. A principal vantagem da soja Roundup Ready ?a simplicidade do controle de ervas, que conta com um herbicida usado ap¡¦ o surgimento das ervas para controlar um amplo espectro de ervas sem causar danos ao produto agr¡¦ola e sem restrições quanto ?rotatividade de produtos.

    Antes da introdução da soja Roundup Ready, os produtores agr¡¦olas geralmente aplicavam um herbicida do tipo que se usa antes do surgimento da erva, antes do plantio ou por ocasi¡¦ do mesmo, para controlar as ervas que surgem no in¡¦io da temporada; a etapa seguinte era o cultivo mec¡¦ico ou a aplicação seletiva de herbicidas do tipo que se usa depois do surgimento da erva, aplicado sobre o produto agr¡¦ola que se encontrava em fase de crescimento. O uso dos herbicidas para uso ap¡¦ o surgimento da erva tem aumentado desde a introdução desses materiais na d¡¦ada de 80. Isso facilitou a adoção das pr¡¦icas de lavra de conservação e pequenos espa¡¦s entre as fileiras, o que limita as oportunidades para o cultivo.

    Embora os produtores de soja tenham muitas opções de herbicidas para uso ap¡¦ o surgimento da erva, nenhum apresenta o controle de ervas de amplo espectro de Roundup. Al¡¦ disso, muitos herbicidas convencionais causam danos aos produtos agr¡¦olas, incluindo o crescimento inferior ao normal, ao passo que o Roundup pode ser aplicado sobre as variedades de produto Roundup Ready em qualquer est¡¦io de crescimento, sem causar danos. Os danos aos produtos podem n¡¦ reduzir o rendimento, mas podem atrasar o fechamento da camada e aumentar o aumento da disputa entre a erva e o produto agr¡¦ola.

    Outra limitação dos programas convencionais ?o desenvolvimento de ervas resistentes a herbicidas. V¡¦ios herbicidas convencionais para soja comumente usados t¡¦ um modo comum de agir, e as populações de ervas resistentes a esses materiais se desenvolveram em muitas ¡¦eas do meio-oeste dos Estados Unidos. Finalmente, alguns dos herbicidas que s¡¦ usados na soja podem causar danos aos produtos usados em seguida, em regime de rotatividade, devido ?persist¡¦cia dos materiais no solo. N¡¦ h?restrições ?rotatividade dos produtos quando se usa Roundup, pois ele n¡¦ apresenta atividade residual.

    Espera-se que os custos da soja Roundup Ready, comparados aos custos dos tipos convencionais, sejam aproximadamente os mesmos, embora existam poucos dados de campo para comparação. Os produtores rurais podem ter conseguido redução de custos migrando de um programa no qual se usava mais de um tratamento com herbicida para uma ¡¦ica aplicação de Roundup. Em 1998, um programa no qual se usava uma aplicação de Roundup na soja Roundup Ready custava menos de 20 d¡¦ares por acre, comparado a um programa convencional no que se usava uma combinação de herbicidas que custavam em torno de 30 d¡¦ares. No entanto, os pre¡¦s dos herbicidas da concorr¡¦cia foram reduzidos para fazer com que os programas alternativos se tornem mais competitivos em relação ao sistema Roundup Ready.

    Espera-se que os rendimentos da soja Roundup Ready sejam mais ou menos os mesmos dos tipos convencionais. Embora as experi¡¦cias das universidades estaduais com os tipos tenham demonstrado que o potencial de rendimento dos tipos Roundup Ready tem sido inferior ao dos tipos convencionais de rendimento mais alto, essa diferen¡¦ est?diminuindo e estima-se que ela desaparecer?quando a caracter¡¦tica de resist¡¦cia ao herbicida for incorporada aos melhores tipos convencionais.

    Milho Bt

    Tipos de milho de campo alterados para expressar uma prote¡¦a inseticida a partir das bact¡¦ias Bacillus thuringiensis, da terra, tamb¡¦ foram lan¡¦das para a temporada de plantio de 1996. Os tipos de milho verde Bt foram lan¡¦dos para a temporada de 1999. A principal vantagem dos tipos de milho de campo Bt tem sido o maior rendimento. No caso do milho verde, que ?tratado com muito mais freqüência com inseticidas, espera-se que o impacto seja uma dram¡¦ica diminuição no uso de inseticida. A prote¡¦a Bt ?seletivamente ativa contra os insetos do tipo lepid¡¦tero, ou lagarta. Os tipos de milho Bt t¡¦ proporcionado controle de uma das principais pragas agr¡¦olas que atacam o milho, a broca europ¡¦a do milho. Devido ?dificuldade em se localizar essa praga e ?import¡¦cia de determinar o momento certo de se aplicar o inseticida antes que a lagarta penetre no talo do milho e fique protegida dos inseticidas, estima-se que menos de 5 por cento das ¡¦eas de plantio de milho de campo no "Cintur¡¦ do Milho" dos Estados Unidos estavam sendo tratadas com inseticidas contra a broca europ¡¦a do milho antes do lan¡¦mento dos tipos de milho Bt.

    Os pesquisadores t¡¦ procurado meios alternativos de controlar a broca do milho, mas at?agora nenhum meio demonstrou ser eficaz em grande escala. Os esfor¡¦s de hibridação tradicional, no sentido de fazer uma seleção que proporcionasse uma resist¡¦cia natural ?broca do milho resultaram no desenvolvimento de tipos com n¡¦eis intermedi¡¦ios de resist¡¦cia que foram amplamente usados at?meados da d¡¦ada de 70. No entanto, as ¡¦eas nas quais esses tipos de milho foram cultivados sofreram uma dram¡¦ica redução devido a introdução de h¡¦ridos suscept¡¦eis que t¡¦ um rendimento muito mais alto, que podiam proporcionar um rendimento superior ao dos h¡¦ridos resistentes, mesmo depois de sofrerem grandes danos causados pela broca do milho. Outro grande programa de pesquisa foi realizado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos [U.S. Department of Agriculture] (USDA) para identificar os predadores naturais da broca do milho. O programa resultou na introdução de 24 esp¡¦ies de parasitas nas ¡¦eas de produção de milho nos Estados Unidos; somente seis dessas esp¡¦ies se fixaram. Embora esses insetos ¡¦eis tenham proporcionado controle da broca do milho em alguns anos, em algumas ¡¦eas, o impacto causado por eles tem sido limitado.

    Os preju¡¦os em função da broca do milho variam a cada ano, de acordo com os n¡¦eis de infestação, e s¡¦ geralmente imprevis¡¦eis de um ano para outro. Devido ao fato de ter vivido em, grande parte, sem nenhum controle at?a introdução dos tipos de milho Bt, a broca europ¡¦a do milho causou preju¡¦os, em termos de produção, da ordem de 33 milh¡¦s de bushels a mais de 300 milh¡¦s de bushels por ano. Verificou-se que os tipos de milho Bt proporcionam um alt¡¦simo n¡¦el de proteção contra a broca do milho. As plantas sofrem apenas pequenos danos quando as larvas da broca do milho tentam se alimentar. Os benef¡¦ios que os produtores rurais ter¡¦ ao plantar os tipos de milho Bt dependem do n¡¦el de infestação. Em caso de pequenos n¡¦eis de infestação os benef¡¦ios podem n¡¦ ser significativos, mas nos anos em que os n¡¦eis de infestação forem elevados, os produtores rurais ter¡¦ aumentos substanciais na sua produção. Uma m¡¦ia dos resultados dispon¡¦eis das pesquisas, comparando os rendimentos das plantações de milho Bt e do milho comum, indica que os fazendeiros tiveram uma vantagem de produção de aproximadamente 12 bushels por acre (2,47 acres equivalem a um hectare) em 1997, e quatro bushels por acre em 1998. A diferen¡¦ de pre¡¦ - para mais - no caso do milho Bt, foi de aproximadamente 10 d¡¦ares por acre em 1997 e 1998. Partindo da premissa de que os pre¡¦s do milho eram da ordem de $2.43 por bushel em 1997 e $1.95 por bushel em 1998, as variações m¡¦ias de ganhos no caso do milho Bt equivaliam a um aumento de $18 por acre em 1997, por¡¦ um preju¡¦o de $1.81 por acre em 1998. Estima-se que em 10 dos 13 anos decorridos entre 1986 e 1998, a infestação da broca do milho no Cintur¡¦ do Milho tenha sido t¡¦ significativa que o cultivo de milho Bt teria sido vantajoso para os produtores.

    Algod¡¦ Bt

    Os tipos de algod¡¦ Bt foram introduzidos em 1996 e foram adotados muito rapidamente em algumas ¡¦eas de cultivo de algod¡¦. Os produtores do Alabama plantaram tipos de algod¡¦ Bt em 77 por cento da ¡¦ea de cultivo de algod¡¦ do estado no primeiro ano em que essa tecnologia se tornou dispon¡¦el. Os n¡¦eros referentes ao uso dessa tecnologia nos Estados Unidos (17 por cento em 1998) d¡¦ uma vis¡¦ distorcida das taxas de utilização que na verdade s¡¦ altas, porque algumas das principais ¡¦eas de produção, como o Texas e o Vale de San Joaquin, na Calif¡¦nia, n¡¦ sofrem o ataque das pragas que os tipos de algod¡¦ Bt controlam e n¡¦ precisam dessa tecnologia. A principal vantagem para os produtores, quando eles utilizam os tipos de algod¡¦ Bt ?o controle de insetos que adquiriram resist¡¦cia aos inseticidas de uso comum. Al¡¦ disso os produtores reduziram o n¡¦ero de aplicações de inseticida e os custos de tratamento com inseticida.

    Em 1998, 71 por cento das ¡¦eas de plantio de algod¡¦ foram tratadas com inseticidas para o controle de pragas que teriam causado uma redução no rendimento, caso os inseticidas n¡¦ tivessem sido utilizados. Na maior parte dos estados, mais de 90 por cento das ¡¦eas de plantio foram tratadas, ao passo que no Texas, somente 47 por cento das ¡¦eas foram tratadas, pois em algumas ¡¦eas os ataques das pragas n¡¦ eram t¡¦ intensos. Os tipos de algod¡¦ Bt controlam tr¡¦ dos principais insetos que atacam o algod¡¦: a lagarta do tabaco, a lagarta do algodoeiro e a lagarta rosada. Os tipos de algod¡¦ Bt s¡¦ mais eficazes no controle da lagarta do tabaco e da lagarta rosada, e proporcionam menor controle sobre a lagarta do algodoeiro, pois esse inseto tem maior capacidade de sobreviver em algodoeiros mais maduros. A lagarta do tabaco e a lagarta do algodoeiro causam perda de rendimento na maior parte das ¡¦eas de produção de algod¡¦ nos Estados Unidos, com exceção da Calif¡¦nia e de algumas ¡¦eas do Texas. A lagarta rosada ocorre com mais freqüência nas ¡¦eas de produção do sul da Calif¡¦nia, bem como no Arizona, Novo M¡¦ico e extremo oeste do Texas. V¡¦ios inseticidas comumente usados contra essas pragas do algod¡¦ s¡¦ piretr¡¦des, que t¡¦ proporcionado controle eficaz e econ¡¦ico. No entanto, em muitas ¡¦eas, surgiram populações de lagarta do tabaco resistentes a piretr¡¦des, diminuindo a utilidade desses inseticidas. Em 1995, um ano no qual muitas ¡¦eas ficaram infestadas de lagartas do tabaco, os produtores do Alabama tiveram perdas de rendimento de quase 30 por cento devido ?inefic¡¦ia dos piretr¡¦des frente aos altos n¡¦eis de resist¡¦cia da lagarta do tabaco.

    Os produtores que adotaram os tipos de algod¡¦ Bt conseguiram controlar os insetos de maneira eficaz, no que diz respeito ¡¦ tr¡¦ pragas-alvo, com um n¡¦ero reduzido de aplicações de inseticida. Os dados do USDA referentes ao uso de pesticidas indicam que houve uma redução de 2 milh¡¦s de libras dos inseticidas recomendados para o controle desses insetos desde a introdução dos tipos de algod¡¦ Bt. Espera-se que os custos do controle de insetos, incluindo a taxa de tecnologia de 32 d¡¦ares por acre, ser¡¦ mais baixos do que os custos no caso dos tipos convencionais. Al¡¦ disso, os produtores nas zonas de erradicação do gorgulho do algod¡¦ adotaram os tipos de algod¡¦ Bt em uma proporção maior do que nas outras ¡¦eas, para poder controlar a lagarta do tabaco e a lagarta do algodoeiro, devido ?presen¡¦ de tratamentos que destroem os seus predadores naturais. Espera-se que os produtores tamb¡¦ obtenham melhor rendimento usando os tipos de algod¡¦ Bt, em comparação com os tipos convencionais.

    Conclus¡¦

    Os motivos pelos quais os produtores americanos est¡¦ adotando os produtos agr¡¦olas geneticamente modificados variam. O fato de novos tipos de produtos geneticamente modificados estarem conquistando uma parcela significativa dos mercados - altamente competitivos - de pesticidas para os principais produtos agr¡¦olas indica que a nova tecnologia est?trazendo benef¡¦ios para os fazendeiros. ?essencial que se compreenda esses benef¡¦ios para que se possa avaliar o impacto que a introdução dessa tecnologia causou na agricultura dos Estados Unidos.

    Os produtores de soja adotaram a soja Roundup Ready em grande parte por causa da simplicidade e efic¡¦ia do controle de ervas que o programa permite executar. Os tipos de milho Bt t¡¦ proporcionado o controle de um inseto de alto poder de destruição que, anteriormente, estava praticamente fora de controle, e isso resultou em melhor rendimento. Os produtores de algod¡¦ t¡¦ conseguido controlar as pragas agr¡¦olas com aplicações menos freq¡¦ntes de inseticidas.

    No entanto, o futuro da comercialização de produtos agr¡¦olas geneticamente modificados continua incerto. Muita coisa depende da abrang¡¦cia da obrigatoriedade de se estabelecer canais de comercialização separados para os produtos agr¡¦olas que n¡¦ forem geneticamente modificados, e depende de se determinar quem vai arcar com o custo da preservação da identidade. Se os agentes de marketing exigirem que os fazendeiros limitem a mistura desses produtos com aqueles que n¡¦ foram geneticamente modificados, os custos ficar¡¦ mais altos e os benef¡¦ios que os fazendeiros tiverem obtido com o uso dessa nova tecnologia podem desaparecer.

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    Recursos Adicionais

    Carpenter, Janet and Leonard Gianessi, "Herbicide Tolerant Soybeans: Why Growers Are Adopting Roundup Ready Varieties," AgBioForum, vol. 2, no. 2, 1999. Dispon¡¦el no seguinte endere¡¦: www.agbioforum.missouri.edu.

    Gianessi, Leonard P. and Janet E. Carpenter, "Agricultural Biotechnology: Insect Control Benefits," National Center for Food and Agricultural Policy, 1999. Dispon¡¦el junto ?Biotechnology Industry Organization no seguinte endere¡¦: www.bio.org.

    James, Clive, "Global Review of Commercialized Transgenic Crops: 1998," ISAAA, no. 8, 1998.

    USDA Economic Research Service, "Genetically Engineered Crops for Pest Management," 1999. Dispon¡¦el junto ?ERS no seguinte endere¡¦: www.econ.ag.gov.

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    Observação: As opini¡¦s apresentadas neste artigo n¡¦ refletem, necessariamente, as opini¡¦s ou as pol¡¦icas do governo dos Estados Unidos.

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